
Design contemporâneo e texturas naturais: o equilíbrio
perfeito entre a robustez técnica e a essência do bem-receber.
Publicado em 19/02/2026 • por Grupo TECNO
Se você entrar em uma casa na Itália durante um jantar, dificilmente encontrará os convidados sentados no sofá da sala esperando a comida ficar pronta. É muito mais provável que todos estejam na cozinha, em volta da ilha ou do fogão, com uma taça de vinho na mão, conversando com o anfitrião enquanto o aroma do molho preenche o ambiente.
Isso é o que os italianos chamam de Convivialità. Nessa dinâmica, a barreira física e social entre quem serve e quem é servido desaparece. A arquitetura contemporânea traduz esse comportamento ao transformar a bancada no ponto de convergência da casa. O convidado não espera mais na sala; ele participa do ritual, integrando-se à dinâmica da noite onde o ato de cozinhar se funde ao de receber.
É nesse cenário que a escolha do equipamento se torna decisiva. Quando a cozinha assume o papel de palco, o eletrodoméstico deixa de ser um mero coadjuvante técnico. Ele precisa entregar a robustez de uma ferramenta profissional, mas com a estética apurada de uma peça de mobiliário, pronta para sustentar o olhar de quem está ao redor.

Foto: Pinterest

Foto: autoria própria
Na arquitetura urbana italiana, a piazzaé o ponto de encontro oficial: o lugar onde a vida acontece e as histórias se cruzam. Trazer esse conceito para o interior da residência significa dar à cozinha uma nova posição de destaque na planta baixa.
Ela deixa de ser um espaço puramente operacional para se tornar o verdadeiro centro de convivência da casa. O projeto deve priorizar a integração, permitindo que o anfitrião cozinhe sem dar as costas para seus convidados. É a celebração do encontro, onde a preparação do jantar e a conversa ocupam o mesmo espaço, sem barreiras.
Porém, essa exposição total traz uma nova exigência. Quando as paredes caem e a cozinha se funde à sala, nada mais pode ser escondido. É nesse momento que a escolha do eletrodoméstico deixa de ser técnica e vira um exercício de curadoria: ele ascende à categoria de mobiliário nobre.
A beleza aqui não é superficial; ela é necessária. Ela reside na honestidade dos materiais e na precisão dos acabamentos que, agora, precisam dialogar com a arquitetura do living. É o ponto onde a performance profissional encontra a delicadeza visual, criando peças feitas para estarem sempre à vista, compondo o cenário com elegância mesmo quando o fogo está desligado.

Foto: autoria própria

Foto: autoria própria
Na Itália, a simplicidade é considerada a maior forma de sofisticação. Mas o simples não aceita falhas. Trazer essa cultura para o projeto e para a cozinha significa escolher equipamentos que sustentem esse nível de exigência, como o cooktop apresentado na imagem, que combina a robustez do aço inox e das grelhas em ferro fundido com a elegância dos detalhes em dourado.
No Grupo TECNO, a tecnologia não é desenhada para acelerar processos artificialmente, mas para garantir a precisão necessária. O potente queimador de anel duplo, em destaque na foto, é um exemplo claro dessa engenharia voltada para o controle térmico absoluto e a potência da chama, permitindo que o "cozinhar lento" atinja seu potencial máximo. É o design a serviço da gastronomia, garantindo que a técnica seja executada sem interferências.
Afinal, transformar a cozinha em um espaço de permanência é garantir que a funcionalidade e o design caminhem juntos, permitindo que a vida aconteça, com elegância, ao redor da mesa.
Inspirações para
quem vive a cozinha.

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